domingo, 17 de abril de 2016

Arqueólogo afirma que esfera de pedra encontrada na Bósnia confirma a ‘existência de uma civilização perdida’

Um arqueólogo afirma que a misteriosa esfera de pedra, encontrada em uma floresta da Bósnia-Herzegovina, poderia confirmar a existência de uma civilização antiga bastante avançada
O Dr. Semir Osmaganich acredita que a última esfera — rica em ferro e uma de muitas outras que ele descobriu na região — é uma prova da existência de uma civilização “perdida”.
Outros são mais céticos e observam que Osmaganich tem um histórico de revelações mirabolantes e infundadas. Ele afirma, por exemplo, que um conjunto de colinas da Bósnia era, na verdade, uma rede de pirâmides antigas.
Esta semana, Osmaganich fez a seguinte declaração em um blog: “O Sul da Europa, os Balcãs e a Bósnia em particular, foram o berço de avançadas civilizações antigas, das quais não temos nenhum registro. E elas tinham uma tecnologia avançada, bem diferente da nossa.”
Osmaganich revelou que muitas das esferas foram destruídas — mas a última, descoberta por ele, é a maior de todas as que já foram encontradas na Europa.
Osmaganich escreveu: “A maioria das esferas foi destruída nos anos 70, depois que surgiram rumores de que havia ouro no interior delas, algumas foram removidas pelos moradores da região e levadas para o quintal de suas casas.”
O material ainda não foi analisado. No entanto, as cores marrom e vermelha da esfera indicam que ela possui uma quantidade muito alta de ferro em sua composição. De modo que sua densidade deve ser bastante alta, similar à do ferro, que é de 7,8 kg/c.c… A rocha deve pesar umas 30 toneladas!
“Isso faz com que a esfera de pedra da Bósnia seja a maior da Europa.”  Fonte: 

domingo, 20 de dezembro de 2015

O uso do carvão como fonte energética pode está chegando ao fim.


Vista da mina britânica de Kellingley, em seu último dia de funcionamento
Vista da mina britânica de Kellingley, em seu último dia de funcionamento

A produção energética mundial pode estar saindo da idade do carvão, devido à menor demanda chinesa e à ascensão de energias renováveis como alternativas a este combustível fóssil altamente poluente, indicou a AIE.
A Agência Internacional de Energia (AIE) avalia em seu relatório anual sobre o setor, publicado nesta sexta-feira, que o planeta consumirá 5,8 bilhões de toneladas de carvão em 2020, 500 milhões de toneladas a menos que em sua avaliação precedente.
O crescimento anual da demanda de carvão, que alcançou uma média de 3,3% entre 2010 e 2013, desacelerará a uma média anual de 0,8% até 2020, afirma o documento, publicado menos de uma semana após o acordo de luta contra as mudanças climáticas selado em Paris por 195 países (COP21).
Além disso, a parte relativa ao carvão na produção de eletricidade diminuirá, passando de 41% a 37% do total.
A tendência já é visível. "Pela primeira vez desde os anos 1990, o crescimento da demanda mundial de carvão se deteve em 2014", constata a agência energética, ao considerar inclusive provável um recuo neste ano.
Para a AIE, duas razões principais explicam esta inflexão: o reforço das políticas ambientalistas, que se reflete em acordos com o da COP21, e sobretudo a reconversão econômica da China, que consome atualmente a metade dos recursos mundiais de carvão.
O gigante asiático, que também registra uma desaceleração de seu crescimento econômico, está desenvolvendo uma economia baseada principalmente nos serviços, em detrimento de uma indústria pesada voraz em matéria de recursos energéticos.
O governo chinês também enfrenta desafios ambientais de grandes proporções e se vê pressionado para buscar alternativas ao carvão, afirmou o diretor-executivo da AIE, Fatih Birol, em uma coletiva de imprensa em Cingapura.
No início do mês, Pequim anunciou um plano de modernização de suas centrais de carvão, que permitirá economizar 100 bilhões de toneladas de combustível e evitar a emissão anual de 180 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2).
A China também desenvolve em ritmo acelerado fontes alternativas de energia, como a hidroeletricidade, a energia solar, a fotovoltaica e a nuclear.
"Dados oficiais provisórios mostram que a demanda chinesa do carvão retrocedeu em 2014 e que esta baixa pode se acelerar em 2015", ressalta a AIE.
O carvão também pesa cada vez menos nos países desenvolvidos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE), especialmente na Europa e nos Estados Unidos. Isso se deve ao efeito conjugado de instalações que envelhecem, uma frágil demanda elétrica, a instauração de taxas ao carbono e o apoio às energias renováveis, cada vez mais competitivas.
No mês passado, vários países da OCDE decidiram limitar seus apoios financeiros às exportações de centrais de carvão.
Índia, uma exceção
Em outras regiões, a saída do carvão se anuncia como mais difícil.
Isso ocorre, em particular, na Índia e nos países do sudeste asiático (Indonésia, Vietnã, Malásia, etc...), que serão o principal motor do crescimento do consumo de carvão nos próximos anos, segundo a AIE.
As autoridades indianas consideram efetivamente que este combustível é indispensável para sustentar o crescimento industrial do país e garantir o acesso à eletricidade de 240 milhões de habitantes ainda privados.
"A Índia se converterá no segundo consumidor mundial de carvão, à frente de Estados Unidos, e no primeiro importador de carvão térmico", embora este impulso seja insuficiente para contrabalançar a tendência geral, afirma a Agência Internacional de Energia.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Descoberto em Botswana maior diamante do século

O maior diamante descoberto em um século, pesando 1.111 quilates, foi extraído em Botswana


O maior diamante descoberto em um século, pesando 1.111 quilates, foi extraído em Botswana - disse nesta quinta-feira a empresa de mineração Lucara, com sede no Canadá.
A pedra incolor, tão grande quanto uma bola de tênis, "mede 65 mm X 56 mm X 40 mm", informou a empresa Lucana, sediada em Vancouver, na província canadense da Colúmbia Britânica.
Trata-se do "segundo maior diamante descoberto" e do "maior diamante descoberto em mais de um século", segundo um comunicado da empresa.
A pedra "magnífica" foi encontrada na mina de Karowe, no centro-oeste de Botswana, explorada pela companhia canadense.
O maior diamante do mundo é o Cullinan, de 3.106 quilates, encontrado na África do Sul em 1905. Ele foi fracionado em vários outras pedras enormes, e as principais ornam o cetro da majestade britânica e a coroa imperial que fazem parte dos tesouros da Coroa Britânica - especialmente guardados na Torre de Londres.
"Enquanto o diamante não foi inteiramente analisado, será impossível determinar seu valor", declarou à AFP um especialista em mineração, Kieron Hodgson. "Mas o que é certo é que ele tem o potencial para ser um diamante muito caro (...). Seu valor dependerá das possíveis inclusões, sua reação quando for lapidado, sua forma ótima e sua cor final", explicou.
Nesta quinta-feira, às 9h30 9de Brasília), as ações da Lucara tinham uma valorização de 34% na Bolsa de Estocolmo, onde são cotadas, a 14,15 coroas suecas (6 reais).
Botswana é o segundo maior produtor de diamantes do mundo, depois da Rússia. Fonte:Siga o Yahoo Notícias no Twitter e no Facebook 

domingo, 8 de novembro de 2015

Toyota investe US$ 1 bilhão em empresa de inteligência artificial

O presidente da empresa, Akio Toyoda, participa de uma entrevista coletiva em Tóquio
A Toyota, principal montadora japonesa, anunciou nesta sexta-feira a criação nos Estados Unidos de uma empresa de I+D especializada em inteligência artificial e em robótica, que receberá 1 bilhão de dólares em cinco anos.

O Toyota Research Institute, que terá sua sede no Silicon Valley, "ajudará a preencher a lacuna entre a pesquisa básica e o desenvolvimento de produtos", afirma a empresa em um comunicado divulgado antes de uma entrevista coletiva de seu presidente executivo, Akio Toyoda, em Tóquio.
Os principais objetivos são "melhorar a segurança (reduzindo o risco de acidente), tornar acessível a condução de todas as pessoas, independente das capacidades do motorista, e, de maneira mais geral, facilitar a mobilidade, especialmente das pessoas mais velhas".
"Prevemos também aplicar nossos trabalhos de maneira mais geral, por exemplo, para melhorar a eficácia na produção industrial", completa o comunicado da empresa.
"A inteligência artificial tem um potencial importante para apoiar as tecnologias futuras e a criação de toda uma nova indústria", destaca.
O investimento inicial de um bilhão de dólares durante os próximos cinco anos servirá para criar as duas unidades previstas e estabelecer suas equipes. Fonte: Yhaoo Notícias

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Álcool, drogas e suicídios fazem estragos entre americanos brancos de meia idade

Um homem segura um cigarro de maconha sintética, em Nova York, no dia 31 de agosto de 2015

A mortalidade de norte-americanos brancos de meia-idade caía desde 1978, mas um estudo divulgado na última segunda-feira revelou uma reversão surpreendente há 15 anos devido ao abuso de álcool, drogas e ao suicídio, em particular nos setores mais desfavorecidos.
Esta mudança de tendência, que apaga décadas de progresso devido aos avanços médicos e à qualidade de vida, não tem sido observada em outros países ricos como a França ou a Alemanha.
Da mesma forma, esta tendência também não é encontrada em grupos étnicos da mesma faixa etária (45-55 anos) nos Estados Unidos, tais como negros ou hispânicos, observam os pesquisadores, incluindo o anglo-americano Angus Deaton, laureado deste ano Prêmio Nobel de Economia, professor da Universidade de Princeton (Nova Jersey).
O trabalho foi publicado nos anais da Academia de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).
Segundo os pesquisadores, trata-se de uma "hecatombe" com um um equilíbrio comparável o número de americanos que morreram por causa da aids, 658.000 ao total, desde o início da epidemia no início de 1980.
Embora as taxas de mortalidade relacionadas a drogas, álcool e suicídio tenham aumentado entre os brancos de meia-idade, o maior aumento ocorreu entre aqueles com menor escolaridade.
Entre aqueles com apenas ensino médio ou menos, a taxa de mortalidade ligada a drogas e álcool quadruplicou nos últimos 15 anos, enquanto os suicídios aumentaram 81%. As mortes causadas por doenças do fígado ou cirrose aumentaram 50% durante o mesmo período.
A mortalidade global aumentou 22% desde 1998 entre os brancos de meia-idade com menor grau de instrução e, portanto, são os mais vulneráveis ​​economicamente.
Entre aqueles com escolaridade mais elevada, a taxa de mortalidade variou pouco, enquanto entre aqueles com um grau de bacharel ou mais estudos a mortalidade continuou a declinar.
Mais consumo de heroína
Se a taxa de mortalidade tivesse continuado a diminuir nos últimos 15 anos, como observado entre 1978 e 1998, teria havido 488.500 menos mortes nessa faixa etária entre 1999 e 2013, calcularam os pesquisadores.
Embora esta mudança na tendência na saúde dos americanos brancos não esteja totalmente elucidada, os economistas apontam o maior acesso a opioides desde o final dos anos 1990 como uma causa potencial para o abuso de drogas.
Na sequência do aumento dos controles sobre a distribuição de analgésicos base de morfina, um número crescente de americanos que tinham desenvolvido uma dependência dessas drogas se voltaram para a heroína, cujo consumo aumentou 63% entre 2002 e 2013, de acordo com estatísticas oficiais.
O estresse causado por dificuldades financeiras também poderia desempenhar um papel nessas mortes, dizem os pesquisadores.
A renda familiar média de americanos brancos de meia-idade começaram a cair drasticamente desde o final de 1990. A estagnação dos salários, que começou com a desaceleração econômica na década de 1970, continuou a afetar mais duramente os americanos sem ensino superior.
Acrescente a isso a crescente incerteza sobre as pensões, cada vez mais dependente dos caprichos dos mercados financeiros, e o fato de que os americanos não poupam o suficiente.
Essa maior mortalidade coincide com pesquisas nas quais há 15 anos os inquiridos falam numa debilitação de sua saúde física e mental, bem como as crescentes dificuldades em lidar com a vida, fenômeno que é visto especialmente entre brancos de meia-idade.
O estudo também constata que, em 2013, o dobro de pessoas neste grupo reivindicava sofrer problemas de dores crônicas e problemas no fígado, em comparação a 1999.
A proporção dos que afirmam não poder trabalhar também duplicou no mesmo período. Fonte: Siga o Yahoo Notícias no Twitter e no Facebook 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Cientistas desenvolvem bateria de lítio-ar mais eficiente

(Arquivo) Um químico analisa amostras de lítio, em Uyuni, Bolívia, no dia 17 de agosto de 2015
Um novo tipo de produto químico pode fornecer energia para as baterias de lítio-ar - que há muito tempo sofre obstáculos tecnológicos - o que pode contribuir para a criação de um produto capaz de fazer frente à gasolina nos carros, disseram investigadores nesta quinta-feira.
As baterias recarregáveis ​​têm sido há décadas - a bateria de íons de lítio que alimenta muitos dispositivos móveis fará 25 anos em 2016 - mas expandir essa tecnologia para os automóveis tem se mostrado difícil.
Pesquisadores passaram anos procurando uma espécie de bateria conhecida como lítio-ar, ou lítio-oxigênio, que poderia fornecer 10 vezes mais energia e, possivelmente mais densidade de energia suficiente para comparar com a gasolina, mas elas também têm sido alvo de problemas práticos.
Enquanto uma bateria de lítio-ar definitiva permanece pelo menos a uma década de distância, pesquisadores da Universidade de Cambridge dizem ter patenteado uma tecnologia que supera alguns dos principais obstáculos.
A principal autora da pesquisa, Clare Grey, professora de química na Universidade de Cambridge, disse que "a conquista significativa" de sua equipe vem fazendo progressos rumo à alta capacidade "já que levamos a eficiência para números que competem com a tecnologia de lítio-íon atual".
Como a tecnologia ainda está em fase de laboratório, não é possível compará-la diretamente com as tecnologias disponíveis atualmente, disse a cientista.
Mas a mais recente abordagem mostrou um aumento da eficiência energética de até 93%, e faz isso usando um produto químico diferente do utilizado nas tentativas anteriores: empregando hidróxido de lítio (LiOH) em vez de peróxido de lítio (Li2O2).
A demonstração foi feita com um "eletrodo de carbono altamente poroso, 'fofo', feito de grafeno (incluindo folhas de carbono de um átomo de espessura) e aditivos que alteram as reações químicas no trabalho na bateria, tornando-a mais estável e mais eficiente", explica um comunicado da Universidade de Cambridge.
O resultado é mais um passo no caminho rumo a uma bateria mais prática e eficiente, disse Grey.
"Estamos empolgados com a substância química, mas também temos um monte de trabalho a fazer, em especial para compreender os mecanismos dessa química e otimizá-la e trabalhar para chegarmos o mais perto possível de um sistema de maior eficiência".
O artigo foi publicado na revista norte-americana Science. Fonte: Siga o Yahoo Notícias no Twitter e no Facebook 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Autoridades dos EUA alertam para riscos de medicamentos contra hepatite C

(Arquivo) Teste de Hepatite C

A agência norte-americana de medicamentos (FDA) alertou nesta quinta-feira contra os riscos graves, inclusive de morte, provocados por dois remédios contra a hepatite C produzidos pelos laboratórios norte-americanos AbbVie.
A farmacêutica Abbvie identificou casos de insuficiência hepática em pacientes com cirrose que se trataram com os remédios "Viekira Pak" e "Technivie", disse a Food and Drug Administration em sua página na internet.
Alguns destes casos necessitaram de um trasplante de fígado ou foram mortais.
Os casos mais graves foram observados principalmente em pacientes tratados com o Viekira Pak, segundo a FDA.
Assim, a agência federal exigiu que a Abbvie coloque etiquetas de advertência sobre os graves riscos para o fígado que se corre ao ingerir estes medicamentos para tratar a hepatite C, uma infecção crônica do fígado.
Desde que a FDA deu sinal verde para a venda do Viekira Pak em dezembro de 2014 e em julho passado para o Technivie, foram registrados ao menos 26 casos no mundo de problemas graves relacionados a estes remédios. Fonte: Yhaoo Notícias